Quinta-feira



Ela tinha uma razão louca. Eu tenho uma raiva imensa acumulada dentro de mim, adormecida, ansiosa para explodir.

Hoje quase explodiu. Os pensamentos foram espúrios.

Foi preciso chegar em casa e tomar um imenso copo de uísque. Mesmo sendo ainda 9h45 da manhã.

E, já que não fumo mais, acender um charuto. Cigarrilha, charuto, qualquer merda, qualquer vício!

Voltamos à lógica do invejoso, que se corrói por ver só as pingas que eles tomam, achando que o tombo não vem nunca...

postado por: guilherme Quinta-feira, Julho 16, 2009
Palpites pelo mundo:



Segunda-feira

E estão fazendo mudança pro apartamento da frente.

Tão bom que tava vazio. Tomara que não sejam chatos.

Tomara que não façam barulho de dia.

Ai.

postado por: guilherme Segunda-feira, Junho 29, 2009
Palpites pelo mundo:



Quinta-feira

Nossa, como eu estava amargo no post aí de baixo - e faz pouco mais de 10 dias.

Se antes eu era um chato, agora eu sou legal.

Mais do que nunca, não sei quem sou e morro de medo. Nem quero saber aonde vou - mas acho que sei com quem quero ir.

Vai, que eu quero sentir a dor dessa manhã!

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O mais impressionante é que estou parando de fumar por livre e espontânea.

postado por: guilherme Quinta-feira, Junho 25, 2009
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Terça-feira



RESOLUÇÕES:

1. Emagrecer.
2. Economizar.
3. Viajar.

Acho que se parar de comer, corto gastos, emagreço e faço caixa para poder sair de SP em algum momento.

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INVEJA

- Inveja é quase não conseguir fechar os olhos só de pensar no quanto de gente bacana tem no mundo fazendo coisas muito mais bacanas do que você.

É pensar em Stromboli. Na vida acadêmica. No funcionalismo público. Na emigração. Nos restaurantes típicos. Em carros. Fins de semana. Dinheiro.

Inveja, ao contrário do que eu pensava, não destrói o ser invejado. Destrói o invejoso.

postado por: guilherme Terça-feira, Junho 16, 2009
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Segunda-feira


Semana passada escrevi para minha professora de história do jornalismo espanhol. Queria dividir com ela a alegria da revogação da Lei de Imprensa de 1967!

(Quis que o Brasil parecesse uma terra boa e com algum futuro; não contei sobre o toque de recolher em cidades do interior para menores, não citei a lei antifumo do José Serra e muito menos comentei a repercussão que se vê hoje de revogação da lei de imprensa - pessoas com mais de dois neurônios lamentando o ocorrido e parabenizando a iniciativa do Congresso de aprovar uma nova legislação. Pior, gente da própria imprensa!).

Mas hoje ela me respondeu. Disse que se lembrava de mim. Pediu licença para perguntar sobre minha vida aqui e quis saber se eu havia seguido a carreira acadêmica, como em um momento me ocorreu lá na Espanha. Ela se lembrava disso.

Depois disse que se lembrava muito de mim. E que quando lêem textos do Larra, um jornalista/cronista espanhol do século XIX, "me acuerdo de ti y de tus lúcidos e inteligentes comentarios sobre Larra, siempre". E que se lembra da devoção com que eu tocava e cheirava os jornais do século XIX que pudemos tocar durante uma visita à hemeroteca de Madrid.

Eu não tive coragem de responder o e-mail ainda.

Ali parecia que eu ia dar certo.

Onde foi que a porca torceu o rabo, hein?

postado por: guilherme Segunda-feira, Maio 04, 2009
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Domingo

A gente fica quietinho e começa a pensar.

Idéia para instalação:

Uma banheira redonda. O fundo ogival. Branco de um branco brilhante, sintético, liso, perfeito. Nenhuma irregularidade e nenhum escoadouro.

Dentro, o homem nu.

Os braços conseguem se pendurar nas bordas, mas não com conforto. A idéia é que os pés fiquem quase presos no fundo estreito, a cabeça encostada nas paredes, a posição desconfortável de estar quase de pé sem conseguir deitar e sem conseguir apoiar o peso nos pés ou nos joelhos.

Ele come e bebe fartamente. Carnes, vinhos, frutas. Tudo excessivo, tudo cheiroso. Come sem talheres, come com as mãos o que lhe dão os que o visitam.

Nu, sem ter como sair, o homem defeca e mija. E tudo escorre pelas paredes e empoça no fundo. Ele não tem como se lavar. A dieta não inclui alimentos secos que possam servir como guardanapos, nem líquidos puros o bastante para servir de água.

Quinze dias bastam. Ou o tempo suficiente para os pés ficarem completamente submersos nos dejetos.

A graça é continuar dando comida e bebida. Porque você usa máscaras para se proteger da fedentina. Mas ele não. E continuará comendo e defecando.

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Idéia para destino

África. Acabei convencido. Urge.

Mas a Moldávia ainda bate aqui. O norte da Argentina pulsa. A Islândia se transforma.

Quase dá para entender o tédio do bem estar social - embora a madrugada não seja o exemplo de bem estar do trabalhador.

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Idéia para livro

A vida dela, pintada com cores mais fortes e contada à minha maneira. É maior e mais intenso que todas as histórias que já ouvi.

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Mesmo quando o cuco canta alto, dá para ouvir o mecanismo que move os foles e as molas e os badalos.

Não adianta. O pé vai continuar na merda.

postado por: guilherme Domingo, Abril 26, 2009
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Quarta-feira

Aí um dia o céu amanheceu nublado e tudo parecia inútil.

Tirou o sapato, pôs a bermuda e desceu no Pará. Foi ver inundação. Mas não era isso.

No rádio, a Moldávia. Era ali. O povo perdido em meio a duas dominações tentando decidir se afinal era mais russo ou mais romeno.

Ali estava o tesão, ali estava o acontecimento.

"quando anoitece, é festa no outro apartamento".

O tempo é curto, precisamos correr. Foi estudar cinema em Cuba. Precisava saber tudo. Aprendeu romeno. Arranhava o russo. O moldavo seria bobagem.

Pegou o avião e foi. Bucareste. Depois, ônibus.

Trabalhou na rádio da Europa Livre, para ganhar o pão. Com o dinheiro da Mega-Sena comprou equipamentos e economizou para o futuro. E traçou em 90 minutos a história do país. Da Bessarábia.

O mundo tá fervendo. Mas o que importa não está aqui.

Vamos al futuro. ¿subes?

Subiria sem piscar.

postado por: guilherme Quarta-feira, Abril 15, 2009
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Sexta-feira

Patalosa

Minha avó nasceu em 19 e morreu em 99. Em 09, fosse viva, não diria mais a sua deliciosa "tem dia que é noite". Desesperada com o andar da carruagem, soltaria um sonoro "tem semana que é noite".

Mas o importante é que cheguei em casa às 23h40. Não era nem de perto o que eu tinha em mente para essa quinta-feira idiota de uma semana cujo fim não vem nunca, emendada de um fim de semana com plantão estafante de 9 horas seguidas por dia. Não é o cansaço do plantão. É o cansaço da falta de pausa.

Mas aí chego e vejo a testemunha. A única que está em casa me fazendo companhia. Colada na cantoneira do armário da cozinha, perigosamente perto do arsenal de bebidas que trava uma guerra fria com meu fígado. Com seus olhos avermelhados parece dominar toda a cozinha. Suas asas imensas, pretas, não sabem fechar com o charme das de uma borboleta. Ficam ali, abertas, exibindo a envergadura ameaçadora, imóveis. No começo não vi a patalosa.

Desde o meio da tarde havia decidido: cozinharia as três sobrecoxas de frango que comprei na feira de terça. Frango fresquinho, muito bom. Pois passaram-se duas noites e nada de eu cozinhar. Era hoje.

De onde eu estou, a patalosa me vê de canto de olho. Eu quase esqueço dela, mas de repente sinto essa coceira no calcanhar, certamente causada por algum fio da meia, e logo me vem aquele corpo peludo, gigante - é quase um mamífero.

No trabalho, além do trabalho normal, aquelas demandas de última hora. Acabei me fodendo: em vez de sair entre 20h30 e 21h, como de costume, lá fiquei eu até bem passadas as 23h. O frango em mente, mas já me desiludindo. Como preparar as sobrecoxas sem deixar a casa inteira cheirando? E o ânimo de fritar alho e cebola a essa hora? Se nem para aceitar um convite para noitada jet set eu tive vontade, imagine pelar uma sobrecoxa. Mas, mãos à obra. Só que de terça a quinta é tempo o bastante para a sobrecoxa começar a cheirar. E um cheiro meio ruim, confesso; perdi o tesão. Guardei panela, guardei alho e cebola intocados e toca preparar uma saladinha.

De repente a vejo. Não sei ainda o que fazer. Tentei pensar em coisas bem horríveis, em maldades do mundo, em oportunidades de emprego que surgem, nos levam a pedir aumentos em nossos empregos atuais para depois nos negarem a vaga que já era certa. Pensei em virgindade, pensei em vício, pensei em fraqueza, em fraude, em frustração, em pobreza. Apelei para relações familiares complicadas, para amigos de quem sentirei muita falta e que, no espaço de dois meses, vão partir - 1 para o Japão, 1 para a Alemanha e 2 para a Holanda. Pensei na crise - ok, aí comecei a me descongelar mãos e pés e pude abrir a geladeira e pegar os elementos-salada - e no desemprego, pensei que era um péssimo momento para trocar de emprego anyway, em concurso público. E consumo de energia, e Carmen Miranda, e murmurei o samba, enrolei o pé na passadeira. Quando dei por mim, tinha feito a salada.

Na hora do sal, me aproximei e, com o canto do olhos, vi a patalosa. De novo o frio na barriga, o pequeno golpe de desespero. Não sei o que fazer, sinceramente. Abandonei a salada temperada para murchar sozinha em cima da pia. A dúvida é se faço um miojo, se como só salada e frutas... Mentira! A dúvida é se entro de novo na cozinha. Eu gosto de saber o que fazer em ocasiões assim. Acho que parte do que sou é esse ser que sempre sabe o que fazer, e que sempre se oferece para ajudar. Troco pneus e detecto problemas em carros, cozinho, passo, lavo, esfrego, desinfeto, passeio, dou itinerários de ônibus, de carro e a pé. Tenho uma agenda de telefones com nomes e números de todo mundo que conheci desde 2001. Residenciais e celulares. Até mesmo os números antigos eu mantenho. Quando me ligam pedindo, eu tenho.

Mato baratas, ratos, formigas. Acompanho viagens de guincho. Dicas de turismo, mudanças, companhia em shopping, melhores ofertas de móveis, eletrodomésticos e roupas.

E de repente, a patalosa. Símbolo maior da frustração que é não saber 1. a que veio 2. aonde vai 3. como vai 4. como está conseguindo ir.

O pior é que minha avó saberia o que fazer. Essa imensa mariposa preta não pode estragar o pouco de bom que ainda tem no mundo, no dia, na noite, na madrugada.

O Caetano está cantando.

O cuco parou.

Não sei consertar relógios.

postado por: guilherme Sexta-feira, Fevereiro 06, 2009
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Quarta-feira

Faltam 2 horas e 50 minutos para o ano novo. Quase chorei com os votos do William Bonner e da Fátima Bernardes. Isso é patético.

Mas tudo bem: recebi um e-mail me felicitando. Era do Submarino.

"What are you doing new year's eve?"

postado por: guilherme Quarta-feira, Dezembro 31, 2008
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O Natal chegou. Não sei se foram as madrugadas no trabalho ou se foi mesmo a vontade de descansar o corpinho um pouco, mas não desejei felicidades para quase nenhum dos meus amigos.

Ok, acabo fazendo isso quase todos os dias, em arroubos tolos.

Em troca, recebi hoje um e-mail com votos de feliz Natal e bom ano novo da assessora de imprensa da Basílica de Aparecida.

postado por: guilherme Quarta-feira, Dezembro 24, 2008
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Segunda-feira

Depois de 10 dias internado com hepatite, a Montanha Mágica de Thomas Mann começa a fazer todo o sentido.

E a gente nunca volta a ser o que era antes de subir para lá.

postado por: guilherme Segunda-feira, Novembro 10, 2008
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Sexta-feira

E se de repente tudo o que foi anotado nos últimos 30 dias desaparecesse?

O Yahoo se encarregou de fazer isso com meus e-mails enviados desde o dia 24 de setembro. De 24 de setembro a 24 de outubro até as 18h não sobrou nenhuma mensagem para contar história.

A última vez que isso me aconteceu foi há muitos anos, com meu velho hotmail. Ali havia boas mensagens muito pessoais, que eu procurava manter como testemunho de um tempo que já não existiria. Pois foram-se. Na hora deu até vontade de chorar (mas não chorei, arrá), e depois passou e esqueci tudo. Certamente eram besteiras de criança.

Mas sabe que hoje fiquei injuriado com esse negócio. Eram centenas de mensagens destes últimos 30 dias, muitas diziam respeito a questões sérias, profissionais, notas fiscais, números de conta, prazos, horários, diversos detalhes. E tudo se perdeu.

Não acho que seja nada irrecuperável. E também duvido que fosse reler tudo aquilo daqui a alguns anos. Se tivessem apagado mensagens aleatórias dos últimos 3 anos também não teria percebido. Mas todo esse último mês, é sacanagem.

Mesmo porque em alguns desses e-mails eu gostava de caçar pelo em ovo.

postado por: guilherme Sexta-feira, Outubro 24, 2008
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Quarta-feira

É engraçado como mesmo a pessoal mais racional do mundo (sim, sim, assim me considero) pode ser completamente torcida por um mergulho mais ou menos intenso em emoções.

Adoro esse estadinho de quase ebriedade:

Ven
que en esta soledad
no puede más el alma mia...
Ven, y apiadate de mi dolor,
que estoy cansado de llorar,
de sufrir y esperar
y de hablar siempre a solas
con mi corazón.
Ven, que te quiero tanto
que si no vienes hoy
voy a quedar ahogado en llanto...
No, no puede ser que siga asi,
con este amor clavado en mi
como una maldición.

Só preciso cuidado pra não tomar um porre.

postado por: guilherme Quarta-feira, Outubro 15, 2008
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Domingo

Só lamento uma coisa: ter perdido a sensação de primeira vez.

O Janer Cristaldo já escreveu sobre isso (e, frise-se, me fez sonhar com muita coisa ao descrever o som do gelo se quebrando debaixo do navio quebra-gelo sueco) e foi uma coisa que nunca me saiu da cabeça.

Mas falo isso me referindo à Inezita. Hoje, sábado, fui à casa dela, ficamos só os dois vendo fotos, lendo recortes antigos de jornal, lembrando letras de algumas músicas. E depois partimos para o Star City, para mandar ver uma feijoadinha. Temos uma intimidade antes impensada. Aliás, tenho com ela uma intimidade incrível, dividi umas angústias boas hoje. Contei o que costumo contar aos meus amigos (omitindo, claro, os detalhes que poderiam deixá-la mais chocada com essa juventude transviada) com uma naturalidade incrível. E ela não me encarou nem como neto, nem como moleque. Falamos de igual para igual.

Sim, isso é muito legal.

Mas agora quando vou a um show as minhas pernas não tremem, eu não choro, não fico sem voz.

Só me arrepio inteiro.

postado por: guilherme Domingo, Outubro 12, 2008
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Segunda-feira

Em uma fila de São Paulo, passada a 1h da manhã, encontramos um português.

E dessa vez não era eu que estava com a sanha puxadora de assunto, mas o amigo que me acompanhava. Um par de perguntas depois, começa uma conversa sobre diferenças culturais e outras coisas que sempre se perguntam quando se conhece um estrangeiro - ou se respondem quando você é que está viajando!

Rapidamente chegamos à questão imobiliária em São Paulo, e o português falou que havia encontrado um apartamento onde ia viver por um ano, enquanto estudava economia na FEA.

Lamentei, claro, porque havia perdido a oportunidade de arrumar um colega para ocupar o outro quarto do meu apartamento, já que o atual flatmate vai sair daqui no dia primeiro de setembro. E pedi que ele me indicasse algum colega estrangeiro que estivesse ainda à cata de um canto para viver.

Mas os astros conspiravam. Como ele não estava muito satisfeito com a idéia de morar com aqueles colegas, ficou logo animado e eu e meu amigo fizemos uma descrição detalhada dos cômodos deste apartamento. Anotou meus dados e prometeu entrar em contato.

Passou quase uma semana e o tal português não entrou em contato.

Mas na sexta passada eu estava indo à aula de francês quando escuto meu nome gritado na Cardeal Arcoverde. Era ele. Havia perdido o celular com todos os meus dados e estava maquinando uma maneira de conseguir me encontrar de novo - o plano era ir mais uma vez à mesma fila. Não foi preciso.

Mais uma vez ele anotou meus dados. No domingo, ontem, veio aqui conhecer o apartamento e adorou. Como é muito simpático e estrangeiro, do jeito que eu queria, topou alugar o quarto e eu topei dividir o apartamento.

O debut já foi ontem, em um bom jantar com amigos variados.

Aliás, um fim de semana intenso com amigos variados. Desde sexta até ontem à noite, uma curtição só...

E os próximos momentos de lazer prometem.

postado por: guilherme Segunda-feira, Agosto 18, 2008
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